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O bacalhau em Portugal

bacallau

História do bacalhau em Portugal

O começo com os vikings

A História do bacalhau (entendendo-se aqui como bacalhau o gadus morhua) remonta a documentos do século 9, que comprovam a cobrança de impostos sobre o beneficiamento do peixe em fábricas da Islândia e da Noruega. Os vikings, habitantes dos fiordes da Escandinávia, guerreiros e navegadores corajosos e indomáveis, são considerados os pioneiros na descoberta e no consumo do bacalhau, pois, justamente, viviam no topo do mundo e navegavam pelos mares do Norte, habitat natural da espécie. Essa abundância era de tal ordem, que algumas sagas vikings cantaram a grande quantidade de bacalhau que, diariamente, na maré cheia, enchia os fiordes – “em alguns locais, os cardumes eram tão grandes, que a água parecia ferver”, diz uma delas.

Como não tinham sal ou não conheciam o processo de salga, os peixes apenas eram eviscerados e secos ao ar livre, pendurados em armações de madeira por longo período para desidratarem cerca de 3/4 de seu peso. A técnica, embora conservasse o peixe, deixava-o tão duro quanto um pedaço de madeira e fazia com que perdesse boa parte de seu sabor.

Mesmo assim, foi cortando esse peixe duro e seco em pedaços e mascando-o como se fosse biscoito, que esses desbravadores escandinavos puderam viajar da Noruega para as costas distantes e estéreis da Islândia, Groenlândia e Canadá, exatamente as áreas onde o bacalhau do Atlântico é encontrado. Foi o peixe seco, também, a moeda de troca usada pelos vikings para trazer dos portos europeus as mercadorias que precisassem, como cavalo, gado, cereal, sal, madeira e tecidos.

E, foi assim, através do comércio com os vikings, que o bacalhau se tornou conhecido dos bascos, povo que habitava (e ainda habita) as duas vertentes dos Pirineus Ocidentais, do lado da Espanha e da França, na região costeira do Golfo de Vizcaya.

Os bascos e a salga do bacalhau

Os bascos foram os primeiros e, durante séculos, os mais destacados caçadores de baleias do Ocidente. No rastro das baleias, acabaram chegando até o bacalhau. Como já conheciam o sal e dominavam a técnica de conservação de alimentos através dele, aplicaram sua sabedoria ao peixe, salgando-o antes de secá-lo sob as rochas.

O processo de salga e posterior cura usado pelos bascos era facilitado pelo baixíssimo teor de gordura e pela alta concentração de proteínas do próprio bacalhau, o que, além de melhorar o sabor e a umidade do peixe, mantinha todos os seus nutrientes e aumentava significativamente a capacidade de conservação do alimento, ampliando a sua vida útil. Esse era um ponto muito importante pois, naquela época, alimentos que estragavam rapidamente tinham comércio limitado e quanto mais durável o produto, mais fácil era sua comercialização e maior o seu mercado.

E, assim, os bascos puderam ir ainda mais longe que os vikings e entraram para a História como os primeiros comerciantes do bacalhau já curado, salgado e seco tal qual conhecemos hoje, conforme atestam registros históricos. Por volta do ano 1000, já haviam expandido enormemente o mercado do bacalhau, que tornou-se um negócio verdadeiramente internacional e chegou a lugares muito distantes de seu hábitat setentrional.

O “fiel amigo” português

Assim como os bascos, os portugueses, também, conheceram o bacalhau através do contato com os vikings que, pelo menos desde o século 10, iam buscar sal em terras lusitanas, onde estabeleceram colônias ou feitorias, como indicam as construções ovais, ao estilo “viking”, em Pedrinhas, perto da Freguesia de Fão, um dos mais importantes centros salineiros de Portugal na Idade Média.

Existem registros do século 11 que dão conta do estabelecimento de relações amigáveis entre os normandos (povo medieval estabelecido no Norte da França, cuja aristocracia descendia em grande parte de vikings da Escandinávia) e as populações do litoral de Portugal. Alguns estudiosos acreditam que. entretanto, pelo menos nessa época, não tenha sido o bacalhau o elo que permitiu que essas relações amigáveis se estabelecessem, e sim, o interesse dos portugueses nos conhecimentos normandos sobre a navegação atlântica. Pensando bem, faz sentido, já que Portugal, alguns séculos depois, tornar-se-ia a maior potência marítima do Ocidente.

Mas, mesmo que o know how da navegação tenha sido o foco, o bacalhau parece ter agradado muito aos portugueses também. Tanto, que eles passaram a pescá-lo. Um acordo de 1353, firmado entre os reis Pedro I de Portugal e Edward II da Inglaterra, estabelecia autorização para pescadores de Lisboa e do Porto poderem pescar o bacalhau nas costas da Inglaterra por 50 anos. A necessidade de estabelecer um acordo indica que a pesca já vinha sendo realizada e, em tal quantidade, que se justificava enquadrar essa atividade nas relações entre os dois reinos. Já nos séculos 14 e 15, o bacalhau era parte integrante da dieta da população portuguesa de forma regular.

Uma carta náutica datada de 1424 de autoria de um tal Zuane Pizzigano, cartógrafo italiano ao serviço de Portugal, sugere que os portugueses, assim como os bascos, também, já haviam estado na América muito antes que Colombo sequer cogitasse sua expedição. O documento reproduz com exatidão um grupo de quatro ilhas com nomes de raiz portuguesa, denominadas Saya, Satanazes, Ymena e Antília, localizadas no  Atlântico, a Noroeste dos Açores, que, claramente, coincidem com a Terra Nova (Newfoundland) e Nova Escócia de um lado e Avalon e, presumivelmente, a Ilha do Príncipe Eduardo, por outro. Mas, todos sabemos, a História “oficial” é outra…

De fato, entretanto, foram os portugueses os primeiros a irem pescar o bacalhau na Terra Nova, depois de sua descoberta “oficial” pelo explorador genovês Jean Cabot (ou Caboto), que, agindo sob a bandeira da Inglaterra, desembarcou em terras do Canadá em 1497. Em 1499, João Fernandes Lavrador e Pedro de Barcelos obtiveram licença do rei de Portugal para procurar terras no Atlântico Norte, dando o nome Labrador a uma zona que fica ao Norte da Terra Nova. Isso intensificou mais ainda a pesca lusitana no ártico, fato de fundamental importância para o futuro das navegações portuguesas, que transformaria Portugal no mais rico e poderoso país do mundo no século 16.

As longas viagens às Índias e travessias pelo Atlântico (mais de três meses em média) exigiam alimentos secos, que não se deteriorassem, garantindo a sobrevivência das tripulações. O bacalhau era a resposta para esse importante problema das travessias marítimas e desempenhou um papel importante na alimentação dos navegadores. Também foi um dos responsáveis pelos muitos casos de escorbuto, resultantes da falta de vitamina C, por não ingerirem folhas verdes e frutos frescos, mas que ficavam bem alimentados ficavam.

Até hoje, o bacalhau é o “fiel amigo” dos portugueses e não é por acaso que o peixe se tornou uma das principais tradições culinárias do país. Cada português come, em média, de oito a nove quilos de bacalhau por ano, servido numa infinidade de receitas – mil segundo eles mesmos dizem.

Sigue:

http://correiogourmand.com.br/info_03_dicionarios_gastronomicos_alimentos_carnes_pescados_peixe_bacalhau_02_historia.htm

Vídeo: Quim Barreiro – Bacalhau à Portuguesa

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The very British Fish & Chips

chips

The history of Fish & Chips

Winston Churchill called them “the good companions”. John Lennon smothered his in tomato ketchup. Michael Jackson liked them with mushy peas. They sustained morale through two world wars and helped fuel Britain’s industrial prime. For generations, fish and chips have fed millions of memories – eaten with greasy fingers on a seaside holiday, a pay-day treat at the end of the working week or a late-night supper on the way home from the pub. Few can resist the mouth-watering combination – moist white fish in crisp golden batter, served with a generous portion of hot, fluffy chips.

Everyone has their own preferences and tastes vary from one part of the country to another. Cod or haddock? Salt and vinegar? Pickled onion? Scraps? Like Morecambe and Wise or Wallace and Gromit, fish and chips are a classic double act – and yet they started life as solo performers. And their roots are not as British as you might think.

The story of the humble chip goes back to the 17th Century to either Belgium or France, depending who you believe. Oddly enough, the chip may have been invented as a substitute for fish, rather than an accompaniment. When the rivers froze over and nothing could be caught, resourceful housewives began cutting potatoes into fishy shapes and frying them as an alternative. Around the same time, fried fish was introduced into Britain by Jewish refugees from Portugal and Spain. The fish was usually sold by street sellers from large trays hung round their necks. Charles Dickens refers to an early fish shop or “fried fish warehouse” in Oliver Twist (1839) where the fish generally came with bread or baked potatoes.

North or south?

Who first had the bright idea to marry fish with chips remains the subject of fierce controversy and we will probably never know for sure. It is safe to say it was somewhere in England but arguments rage over whether it was up north or down south. Some credit a northern entrepreneur called John Lees. As early as 1863, it is believed he was selling fish and chips out of a wooden hut at Mossley market in industrial Lancashire. Others claim the first combined fish ‘n’ chip shop was actually opened by a Jewish immigrant, Joseph Malin, within the sound of Bow Bells in East London around 1860.

However it came about, the marriage quickly caught on. At a time when working-class diets were bleak and unvaried, fish and chips were a tasty break from the norm. Outlets sprung up across the country and soon they were as much a part of Victorian England as steam trains and smog. Italian migrants passing through English towns and cities saw the growing queues and sensed a business opportunity, setting up shops in Scotland, Wales and Ireland. To keep prices down, portions were often wrapped in old newspaper – a practice that survived as late as the 1980s when it was ruled unsafe for food to come into contact with newspaper ink without grease-proof paper in between.

Fuente (vídeo):

http://news.bbc.co.uk/2/hi/8419026.stm

Les crêpes

crêperieL’histoire des crêpes

En effet, les Romains avaient déjà l’habitude de manger des crepes pendant les Lupercales, fêtes de la fécondite qui avaient lieu au début de fevrier et qui saluaient, à la fois, le retour du printemps et la promesse de la moisson future.

Celle de la Purification de la Vierge, la Chandeleur, célébrée le 2 Wrier. Mais les superstitions ont la vie dure… et la crêpe bien retournee en tenant une pièce d’or (ou d’argent) dans la main est censée assurer la richesse de toute la maisonnée pendant un an.

En dehors de la maison, nous avons tous le souvenir des robustes crêpes de sarrasin, fabriquees devant nous dans la rue ou, mieux, savourées durant les vacances, en Bretagne, dans ces pittoresques crêperies, où l’on sert en même temps la bolée de cidre.

Quant aux “crêpes Suzette”, prononcées avec l’accent americain, il en fut souvent question dans quantité de films d’Hollywood… avec la “petite marmite”, le béret basque, la baguette de pain, il semble que la crêpe Suzette ait symbolise longtemps, pour l’Américain moyen, le caractère, pour lui, exotique, du Français. En fait, la fameuse “crêpe Suzette” paraît avoir été inventée pour le prince de Galles, futur Edouard VII, par un cuisinier du Cafe de Paris à Monte-Carlo. II s’agissait de crêpes parfumées à l’écorce d’orange, et au grand-marnier, comme l’explique la recette ci-apres.

Quoi qu’il en soft, les crêpes, à base de farine de froment ou de sarrasin, de lait et d’oeufs, sont une providence pour les mattresses de maison. C’est un mets peu cher, facile à réaliser et que I’on peut varier à l’infini sucrees, fourrées de confiture ou de creme, flambes ou non, les crepes constituent un excellent dessert ; salees, enrichies de jambon, de champignons, de roquefort, etc., ce sont des entrées consistantes et meme, souvent, un plat de resistance toujours apprecie.

Fuente:

http://www.alimentation-france.com/alimentation/histoire/crepes.html
Vídeo:

http://www.ina.fr/video/CPF86602632/crepes-video.html

 

Unha de empanada!

masaA empanada galega, tradición ancestral
 
Aínda que poderiamos contarvos moitas anécdotas deste ancestral prato galego, gustaríanos compartir convosco varias reflexións dun dos nosos escritores que se converteu nun dos mellores embaixadores da nosa gastronomía, Álvaro Cunqueiro: “Galicia é o país das empanadas”, “entre nós ensaiamos empanadas con case todo”, “non hai festa sen empanada” e, por último, “ao carácter do galego, vanlle as empanadas” xa que somos como unha caixa de sorpresas. Pouco queda por dicir despois destas grandes sentenzas.
Pode que antano se asociase a empanada con comida de pobres, xa que as facían tradicionalmente cos restos das comidas. Pero nada máis lonxe da realidade, pois a súa importancia e a súa fama eran tales que mesmo podemos observala no noso patrimonio arquitectónico: probade a atopala no Pórtico da Gloria da Catedral de Santiago de Compostela ou nalgún capitel do Pazo de Xelmírez, no mesmo centro histórico da cidade.
A empanada era a comida que se levaban viaxeiros e peregrinos durante as súas aventuras polos camiños de Galicia, xa que ao ter a súa tapa, ao poder comerse fría e ao poder ser de tantos recheos distintos era ideal para levar a calquera sitio! Onde nunca faltou nin falta hoxe en día a empanada é nas festas e romarías galegas. Familias e amigos saen ao campo a pasar o día ao aire libre en torno aos santuarios e sobre o seu mantel non falta xamais unha ou varias empanadas.
As empanadas, como as cores, hainas para todos os gustos. Dependendo da zona de Galicia onde vos encontredes, saborearedes empanadas de diversas sabores e formas. A fariña pode ser de trigo ou de millo e o recheo pode ser de case todo o que imaxinedes! Hainas de polbo, de bonito, de bacallau con pasas, de xoubas, de zamburiñas, de vieiras, de berberechos (ollo! nalgún lugar de Galicia encontrarédesvolos coas súas cunchas dentro da propia empanada!), de mexillóns, de chocos, de anguías, de lamprea, de congro, de raxo, de zorza, de coello, etcétera. O que nunca faltará nunha empanada será a súa masa (aceite, fariña, masa nai ovo, sal, leite) e a súa farsa (ingredientes que acompañan o produto principal do recheo da empanada: aceite, pementón, sal, cebola, pemento vermello, loureiro, allo, viño branco).
Hai quen di que “o segredo está na masa”, o cal podería ser certo, pero do que non hai dúbida é que unha empanada non sería nada sen os fantásticos produtos galegos que nos dan noso mar e a nosa terra.

De tapas!

tapas Las tapas españolas

Una tapa en España es esencialmente un aperitivo
que se sirve en la mayoría de los bares o restaurantes acompañando a la bebida (alcohólica o no). A este consumo itinerante (local, consumición y nuevo local) se le llama tapeo, o ir de tapas. En muchas regiones de España es bastante habitual salir a cenar o a comer los fines de semana a base de tapeo, forma de comer referida habitualmente como picar o picoteo…

Existen diversas versiones de transmisión oral acerca del origen de la tapa. Una de las más conocidas argumenta que se remonta a la Edad Media, durante el periodo del reinado de Alfonso X el Sabio en el siglo XIII se dice que debido a una enfermedad que padeció se vio obligado a tomar algunos sorbos de vino por prescripción facultativa, y para evitar los efectos del alcohol, tomaba pequeños bocados entre horas acompañando a la bebida. Tras restablecerse dispuso que en los mesones de Castilla no se sirviese el vino sin que fuera convenientemente acompañado por alguna ración de comida; con esta medida se lograba que los comensales no estuvieran tan afectados por el alcohol del vino, por lo que tapaban sus efectos.

Otra leyenda cuenta que, durante el reinado de los Reyes Católicos, debido al aumento de los incidentes causados por los carreteros a la salida de las tabernas a causa de la gran cantidad de cerveza y vino ingeridos, se obligó a los taberneros a servir la copa de vino o la jarra de cerveza con una tapa. Esta consistía en un plato con algo de comida fría, ya fuera jamón, queso, o lo que tuviera a mano el tabernero. Los clientes debían primero acabar con la comida para poder quitar la tapa y así beberse el vino o la cerveza. Con esta medida se pretendía acabar con los incidentes de los carreteros, procurando que éstos salieran de las tabernas lo menos ebrios posibles.

Un tercer cuento popular, dice que el sobrenombre de “tapa” surgió cuando los Reyes Católicos, yendo de visita a Cádiz pararon en el camino desde la Isla de León (hoy en día San Fernando). En la taberna en la que pararon, había un número exagerado de moscas. Por este motivo, Fernando II de Aragón pidió que, mediante una loncha de algún embutido que tuviese el tabernero, se tapase su vaso de vino. Así lo hizo el tabernero, cubriendo el vaso del monarca con una loncha de salami con estas palabras: “Aquí tiene su tapa, majestad”. Esto se convirtió en poco tiempo en una costumbre en las tabernas españolas, sobretodo en verano, ya que el clima cálido propiciaba la aparición de moscas en una época en la que la higiene era deficiente.

La tapa pudo haber nacido en Andalucía, concretamente en Almería. Esa tapa primigenia bien podría haber sido una fina loncha de jamón serrano o una rodaja de lomo embuchado con la que al colocarse en la boca de la copa de vino se evitaba que el vino perdiera su aroma, de esta forma el bebedor podía alternar y charlar con las amistades.

Las tapas mezclan el concepto de comer con el de socializar, es por esta razón por la que la tapa está unida al acto de ‘tapear’. Los bares, entendidos como lugares de reunión, son el espacio ideal para la ‘tapa’. De este concepto salen los verbos: ‘tapear’ (comer de tapas), ‘ir de tapas’ (ir de forma itinerante por diversos bares). Incluso empresas turísticas ofrecen en sus rutas la degustación de una bebida con tapa incluida, como algo típico del lugar. En otras muchas provincias de España también es común servir pequeñas tapas frías como aceitunas, patatas fritas o frutos secos gratuitamente a petición del cliente, aunque éste no haya consumido ninguna bebida, ya que estos aperitivos dan sed e incitan a beber.

Solo en algunas provincias las tapas calientes, dado lo arraigado de su carácter, son consideradas casi ineludibles para el hostelero. Asociadas al consumo de una bebida, en provincias como Ávila, Segovia o Cáceres son clásicas las tapas cocinadas como croquetas, bocatines o pulgas, calamares a la romana, tortilla española, rabas de calamar, magro, sandwich, pimientos rellenos, etcétera y donde la tapa caliente o cocinada no tiene rival frente a la tapa fría que queda en un segundo plano. En la provincia de Alicante se acostumbra a ofrecer comidas o cenas en las que sirven un surtido de pequeños alimentos preparados, a esta costumbre se le denomina picaeta alcoyana (picaeta alcoiana). En la Tarragona los bares de tapas se denominan llesqueries. En Asturias existe la costumbre del chiquiteo, es decir salir con los amigos y tomar diversas bebidas, por regla general los denominados chiquitos (txikitos) que son vasos pequeños de vino.

Fuente:

http://www.bardonpaco.com/tapas.html

Vídeo – Canción “Las tapas” (El Combo Linga)

Die Erfindung der Currywurst

currywurstDie Geschichte der Currywurst

Der Fleischer Max Brückner aus Johanngeorgenstadt/ Sachsen experimentierte Ende der 1940-iger Jahre an einer Wurst ohne Darm. Naturdärme waren damals knapp und teuer. Normalerweise wird das Brät (Fleischmasse) in den Darm gespritzt und wird dann fest. So erhält die Wurst ihre Form. Mit dieser neuen Erfindung Brückners behielt die Wurst auch ohne Darm ihre Form.

Anfang der 1948 kam Brückner nach Westberlin und gründete dort seinen Fleischereibetrieb unter dem Namen „Maximilian“. Hier perfektionierte er die Herstellung mit seinem Partner Frank Friedrich und startete den Verkauf dieser Wurst. Erster Kunde war die Familie Jankowitz aus Berlin-Spandau. Die “Spandauer ohne Pelle” kam gut an. Und wie in der Nachkriegszeit üblich hatten Brückner und Friedrich den Prozess der Herstellung einer Wurst ohne Darm nicht patentieren lassen. Man half sich damals gegenseitig aus mit Ideen, die es leichter machten, die Nachkriegesbevölkerung schnell und nahrhaft zu versorgen.

Auch eine enge Familienfreundin von Frank Friedrich, Hertha Heuwer, zählte zu den ersten Kunden von Maximilian und verkaufte an ihrem Imbisstand die “Spandauer ohne Pelle” zunächst als normale Bratwurst mit Senf und Schrippe.

Die Erfindung der Currywurst, also die Kombination von Wurst UND Sauce wird, mittlerweile historisch belegt, Herta Heuwer zugeschrieben, die erstmals im September 1949 an ihrem Imbisstand an der Ecke Kant-/Kaiser-Friedrich-Straße in Charlottenburg unsere feine „Spandauer ohne Pelle“ mit ihrer ersten Saucenkreation anbot, die zu Beginn noch kein Erfolg war.

Auf die Idee kam sie über ihren Mann, der damals für die Amerikaner bei Siemens in Spandau arbeitete. Seine amerikanischen Kollegen pflegten auf ihre riesigen T-Bone Steaks riesige Mengen Ketchup zu gießen, was offensichtlich gut schmeckte. Das war für Hertha Heuwer die Initialzündung der Idee die Currywurst zu kreieren.

T-Bone Steak war für die Berliner der Nachkriegszeit schlichtweg zu teuer und somit machte sie aus der Not eine Tugend und mixte den Vorläufer der legendären Sauce, die Heinz Ketchup nachempfunden war und gab sie über unsere “Spandauer ohne Pelle” mit einer Prise Curry – fertig war die neue, exotische Kreation, die Currywurst.

Aber noch nicht ganz…

Nachdem die Eigenkreation weder nach Heinz Ketchup schmeckte, noch richtig gut zur Wurst passte, fragte sie Frank Friedrich, ob er ihr einen Ketchup mixen konnte. Er ersann ein Rezept, das die Würze der Wurst berücksichtigte und den Geschmack der Wurst in Verbindung mit etwas Currypulver zu einem echten Geschmackserlebnis machte.

Die Currywurst war geboren!

Frank Friedrich und Herta Heuwer vereinbarten, dass die Sauce nur an ihren Imbiss und die eigenen Imbisse von MAXIMILIAN geliefert werden soll. Heuwer gab ihr den Namen Chillup.

Im Januar 1959 ließ sie den Namen ihrer Sauce, Chillup, als Marke schützen (Münchener Patentamt Nummer 721319). Das „Steak des kleinen Mannes“, wie sie die Curywurst scherzhaft nannte, war nun “amtlich”.

Der Erfolg ließ nicht lange auf sich warten: Hertha Heuwers Imbiss zog dank des Erfolgs der Currywurst in ein Ladenlokal mit Garküche in der Kaiser-Friedrich-Straße 59 (in der Nähe des Busbahnhofs im Rotlichtviertel des Stuttgarter Platzes (Stutti)) um und entwickelte sich dort zu einer festen Institution:Heuwers Imbiss war Tag und Nacht geöffnet und sie beschäftigte in ihren besten Zeiten bis zu 19 Verkäuferinnen.

Mit dem Erfolg der Currywurst bei Herta Heuwer fingen natürlich viele Imbisse in Berlin an, eigene Currywürste mit eigenen Saucen zu kreieren und hatten dafür auch ihr Publikum. Dies ist auch der Grund warum eine Currywurst je nach Wurst, Sauce und Curry sehr unterschiedlich schmecken kann.

Mit oder ohne Darm – daran scheiden sich viele Geister. Herta Heuwer bevorzugte selbst die „Spandauer ohne Pelle“, weil sie billiger war und einfach besser passte. Aber natürlich gab es bei ihr auch die „Berliner Dampfwurst“ (im Darm) als Currywurst zu kaufen. Somit ist auch diese Frage eine Geschmacksfrage des Genießers dieser Spezialität.

Mit dem Ende des Imbissbetriebes von Hertha Heuwer gibt es die Sauce nur noch an unseren MAXIMILIAN Imbissen unter dem Namen „Chil-MAX“ auf die Currywurst.

Die Original Currywurst ist ganz klar ein echtes Berliner Kind und ist untrennbar mit dem Aufschwung der Westsektoren und Westberlins verbunden. Aber natürlich entwickelt eine so bedeutende Erfindung ihr Eigenleben und ihre Varianten.

So haben die Berliner Metzger, gewitzt eie sie sind, diese Erfindung für sich genutzt und eigene Rezepte entwickelt – für Wurst und Sauce. So sind neben der „Urcurrywurst und ihrer Originalsauce“ viele Varianten aus den 50-ern entstanden, die ihre eingeschworenen Anhänger haben.

Auch bieten seit Jahrzehnten viele große Hersteller fertige Currysaucen an. Über die Zeit wurde diese Kombination einfach „kultig“ und gehört zu Berlin wie das Brandenburger Tor und der Reichstag und natürlich die Reste der Berliner Mauer…

Fuente:

http://www.maximilian.de/die-geschichte-der-currywurst.html

Vídeo:

Storia della pizza

pizza

Storia de la pizza

La pizza è uno degli alimenti italiani più diffusi e amati al mondo; inoltre, è una sorta di “fast food tradizionale” che ha origini antichissime. E’ un cibo semplice e facile da trasportare; gli ingredienti necessari alla preparazione sono semplicissimi, e consistono in farina, lievito, sale, mozzarella e pomodoro, più eventuali altri ingredienti a piacere.
Nonostante la pizza sia considerata un alimento “moderno”, perché consumata in larga misura al giorno d’oggi, in realtà le sue origini affondando le radici nella notte dei tempi.
Infatti, la storia della pizza, inizia nel momento in cui l’uomo primitivo impara a ricavare dal grano una sorta di farina grezza, realizzata schiacciando i chicchi, impastarla insieme all’acqua per ottenere unapagnottella e cuocerla sul fuoco.
L’evoluzione vera e propria si ha però con la scoperta del forno che permette una cottura sicuramente migliore di questa sorta di antica focaccina.
Pare che, tra le popolazioni antiche, gli Egiziani per primi e gli Etruschi dopo, avessero imparato l’arte di preparare un alimento molto simile alla nostra attuale pizza, senza ovviamente il condimento di pomodoro, introdotto solo più tardi.
Naturalmente, come al giorno d’oggi, anche allora l’antenata della pizza era molto apprezzata e per questo motivo sopravvisse ai secoli, alle conquiste, alle guerre ed alle tirannie, arrivando fino al 1600, quando si può dire sia nata la vera pizza, quella napoletana che tutti amiamo e conosciamo.a pizza è uno degli alimenti italiani più diffusi e amati al mondo; inoltre, è una sorta di “fast food tradizionale” che ha origini antichissime. E’ un cibo semplice e facile da trasportare; gli ingredienti necessari alla preparazione sono semplicissimi, e consistono in farina, lievito, sale, mozzarella e pomodoro, più eventuali altri ingredienti a piacere.
Nonostante la pizza sia considerata un alimento “moderno”, perché consumata in larga misura al giorno d’oggi, in realtà le sue origini affondando le radici nella notte dei tempi.
Infatti, la storia della pizza, inizia nel momento in cui l’uomo primitivo impara a ricavare dal grano una sorta di farina grezza, realizzata schiacciando i chicchi, impastarla insieme all’acqua per ottenere unapagnottella e cuocerla sul fuoco.
L’evoluzione vera e propria si ha però con la scoperta del forno che permette una cottura sicuramente migliore di questa sorta di antica focaccina.
Pare che, tra le popolazioni antiche, gli Egiziani per primi e gli Etruschi dopo, avessero imparato l’arte di preparare un alimento molto simile alla nostra attuale pizza, senza ovviamente il condimento di pomodoro, introdotto solo più tardi.
Naturalmente, come al giorno d’oggi, anche allora l’antenata della pizza era molto apprezzata e per questo motivo sopravvisse ai secoli, alle conquiste, alle guerre ed alle tirannie, arrivando fino al 1600, quando si può dire sia nata la vera pizza, quella napoletana che tutti amiamo e conosciamo.

Inizialmente, la pizza nasce dall’estro napoletano, per il bisogno di rendere più gustosa la classica “schiacciata di pane“ e, per questo motivo, si iniziò a “guarnirla” con aglio, strutto e sale grosso, oppure, nella versione più “ricca”, con caciocavallo e basilico.
Ma la vera svolta si ebbe con l’introduzione in Europa del pomodoro, elemento essenziale nella pizza moderna. Importato dal Perù in Europa grazie ai colonizzatori Spagnoli dopo che venne scoperta l’America, il pomodoro fu dapprima usato in cucina come salsa cotta con sale e basilico e solo più tardi, gli inventivi Napoletani capirono che poteva essere utilizzato anche per farcire la schiacciata di pane per renderla più saporita.
Così, in realtà, la storia della pizza come la conosciamo noi, ha inizio solo nella seconda metà del 1800 quando nasce la classica pizza “pomodoro e mozzarella” che immediatamente diventa celebre, non solo nel capoluogo partenopeo, ma anche in America grazie alla moltitudine di Italiani emigrati a New York.
Ovviamente, nel corso del tempo, i pizzaioli napoletani più di tutti avevano dato vita a numerose varianti della “prima pizza”, tra cui le più celebri ancora oggi sono: la pizza coi friarielli e la pizza alla ” mastunicola” ossia pizza al basilico, preparata mettendo sul disco di pasta dello strutto, formaggio, foglie di basilico e pepe.
Il momento di massimo fulgore, la pizza lo ebbe però nel 1889 in occasione della visita a Napoli degli allora sovrani d’Italia Re Umberto I e Regina Margherita.
La leggenda racconta che il miglior pizzaiolo di Napoli, Raffaele Esposito, realizzò per l’avvenimento tre pizze differenti: la pizza alla Mastunicola, con strutto, formaggio e basilico, la pizza alla Marinara, con pomodoro, aglio, olio ed origano, e la pizza “pomodoro e mozzarella”, con pomodoro, olio, mozzarella ed origano, i cui colori richiamavano intenzionalmente il tricolore italiano.

Dopo averle assaggiate tutte e tre, la Regina restò estasiata da quest’ultima e volle elogiare per iscritto il pizzaiolo che l’aveva ideata, il quale per ricambiare l’onore concessogli, decise di chiamare la pizza come la sua amata Regina: ovvero Margherita.
Mentre in tutti questi anni la pizza era stata un alimento prettamente meridionale, dopo la fine della seconda guerra mondiale e con le migliaia di immigrati che si spostavano nel nuovo triangolo economico Roma-Milano-Genova, gli usi, le tradizioni, e la gastronomia del sud Italia si mischiarono nettamente con quelli settentrionali.
Nel periodo che va dagli anni ‘60 in poi, il settentrione si rende conto della grande potenzialità di un alimento come la pizza ed iniziano a fiorire pizzerie in tutte le città ed in tutte le regioni,
dalla Lombardia, al Trentino, al Veneto, alla Toscana, tanto che col passare del tempo,iniziarono ad esserci più pizzerie al nord che al sud.
Oggi la pizza, l’alimento più universalmente conosciuto, consumata in ogni paese del mondo senza alcuna distinzione, ed invidiata da tutti, è diventata indubbiamente, uno dei simboli più famosi della cucina Italiana all’estero.

Fuente:

http://www.scuoladellapizza.com/site/primo-numero-on-line.html

Vídeo: