Archivos Mensuales: agosto 2014

As crianças suíças e as línguas estrangeiras

suiçaDuas línguas estrangeiras são demais para as crianças, garantem os autores de uma iniciativa visando impor um único idioma na escola primária. Já os especialistas defendem que os jovens alunos do nível básico têm prazer em aprender uma língua estrangeira. Desde que sejam adequadas as condições de ensino.

Seriam as crianças suíças menos inteligentes que as de Luxemburgo? A pergunta procede, quando se compara o Grão-Ducado – onde o ensino de duas línguas estranhas aos alunos do primário é aplicado sem problema – à Confederação Suíça, onde, nos cantões germanófilos (i.é, de língua alemã) cresce o número de pedidos para que se ensine apenas um idioma, adiando o outro para a escola secundária.

A reivindicação, apresentada por professores que alertam para o perigo de sobrecarregar os alunos, é lançada por canais políticos, através de ações parlamentares e iniciativas populares. Mas ela surpreende por diversos motivos, a começar pelo fato de que pesquisas sobre o cérebro humano depõem em favor de um ensino precoce de língua estrangeiras.

Tudo depende de um ensino adequado

Afirmar que “quanto mais cedo se começa, melhores serão os resultados,” seria um pouco exagerado, observa Lars Schmelter, professor de didática de línguas estrangeiras na ‘Bergische Universität de Wuppertal, na Alemanha. “O sucesso do aprendizado de uma língua estrangeira na escola elementar depende muito de um ensino apropriado às competências cognitivas dos alunos e dos meios à disposição,” acrescenta.

“É importante que o ensino seja estabelecido em função da idade,” realça também Andrea Haenni Hoti, professora das ciências da educação na Escola Pedagógica Superior, de Lucerna.

O prazer de aprender

Os dois especialistas acham que se as condições necessárias forem adequadas, até os alunos maiores podem certamente aprender com êxito as línguas estrangeiras, mas o ensino precoce leva vantagem. E ambos mostram que a grande maioria das crianças da escola elementar está motivada a aprender as línguas estrangeiras, tem prazer em comunicar. “É uma pena não apoiar e alimentar a curiosidade que manifestam as crianças daquela idade,” observa Lars Schmelter. Mais tarde essa motivação desaparece.

Os pesquisadores acrescentam que as crianças também tomam conhecimento de como de como aprender as línguas estrangeiras. E isto tem efeito positivo sobre o desenvolvimento das competências metacognitivas, ou seja, sobre a capacidade de refletir seus próprios processos de aprendizado, identificar as estratégias mais úteis e depois estabelecer como e quando aplicá-las. E esse efeito se prolonga mais tarde, na adolescência e na idade adulta.

Abolir as matérias em que alguns têm problemas?

No âmbito de um estudo para o Fundo Nacional suíço de Pesquisa Científica em quatro cantões da Suíça Central, Andrea Haenni Hoti também constatou que a maioria dos alunos da escola elementar atingiu os objetivos de aprendizado preestabelecidos e que se davam bem com duas línguas estrangeiras.

“Há naturalmente também alunos que se sentem sobrecarregados e outros que, ao contrário, se sentem suficientemente solicitados, exatamente como ocorre com todas as matérias. Mas isso não significa que tudos os alunos do nível elementar devam renunciar ao aprendizado de uma segunda língua estrangeira ou que ela deva tornar-se facultativa. Por exemplo, igualmente em matemática há alunos que não atingem os objetivos, mas ninguém fala em aboli-la da escola elementar ou eliminá-la das matérias obrigatórias,” comenta a professora.

Transferindo o ensino de uma segunda língua estrangeira ao ginásio, os alunos “teriam somente três anos para aprender o francês, que é uma língua nacional. Mesmo se se pudesse aumentar o número de horas de aulas, é justo indagar se esse período baste para adquirir as competências linguísticas a que se aspira,” observa Andrea Haenni Hoti, lembrando que para quem não têm os conhecimentos de francês previstos, fecham-se muitas portas quando busca um emprego.

É melhor o francês antes do inglês

Com base em estudos efetuados em outros países europeus e principalmente no ensino de línguas em Luxemburgo, Lars Schmelter deduz que o aprendizado de dois idiomas estrangeiros na escola elementar é “absolutamente factível, sem risco de sobrecarga” para a maioria dos alunos. E mais: ele aponta ainda a ordem em que se deve aprendê-los.

Estudos realizados na Alemanha mostraram que se os jovens de língua materna alemã aprendem o francês antes do inglês, a motivação para aprender a segunda língua estrangeira é maior do que se aprendem os dois idiomas em ordem inversa.

“Isto (explica-se) pelo fato de o inglês, morfologicamente, ser muito mais simples e ter menos conjugações, o que facilita o aprendizado do inglês nos primeiros anos. Em consequência, se se começa depois o francês, tem-se a impressão de não avançar, de não conseguir o mesmo nível que em inglês. Mas se se faz o contrário, desaparece essa impressão. Além disso, há mais probabilidade de que quem aprende primeiro o francês e depois o inglês, estude também uma terceira língua estrangeira facultativa, o que pode não ocorrer com quem estude o inglês antes do francês.

Fonte:

http://www.swissinfo.ch/por/duas-l%C3%ADnguas-estrangeiras-no-prim%C3%A1rio-n%C3%A3o-%C3%A9-exagero/38818804

Video:

http://www.swissinfo.ch/por/multimedia/porqu%C3%AA-as-crian%C3%A7as-menores-de-12-anos-aprendem-mais-r%C3%A1pido/38775146

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As crianças portuguesas e as línguas estrangeiras

criançasPortugal é dos países da União Europeia onde se aprende mais cedo uma língua estrangeira. Uma tendência que se verifica em toda a Europa, onde, na maior parte dos países se diminuiu a idade mínima obrigatória para aprender uma língua.

Em Portugal, o ensino do Inglês começa logo no 1.º ciclo, a partir dos seis anos. O mesmo acontece em Espanha, Itália, Luxemburgo, Noruega ou na Croácia. Em Malta, o ensino de uma língua estrangeira começa aos cinco anos. A idade limite para começar a aprender um novo idioma são os nove anos. A excepção é a comunidade germanófona da Bélgica onde aos três anos, as crianças começam a aprender uma segunda língua, o Francês e, aos 13 anos, é introduzida uma terceira língua.

Segundo o relatório Dados-chave sobre o ensino de línguas nas escolas europeias – 2012, Portugal está entre os países onde se começa a aprender mais cedo. A segunda língua é introduzida aos 12 anos. Tradicionalmente é o Francês o segundo idioma escolhido mas tem-se verificado um aumento dos alunos que, no 7.º ano, escolhem o Espanhol.

No entanto, ao contrário do que se verifica em muitos países, em Portugal entre 2005 e 2010 diminuiu a percentagem dos que aprendem línguas. No 3.º ciclo, em 2005 98,3% dos alunos portugueses aprendiam Inglês, mas cinco anos depois eram 74,6%. O Francês também caiu de 88,1 para 52,8% no 3.º ciclo e 22,3% para 6,4% no secundário.

O relatório revela que em 2009/2010, 60,8% dos estudantes do 3.º ciclo do ensino básico encontravam-se a aprender duas ou mais línguas estrangeiras – um aumento de 14,1% em relação a 2004/2005.

O Inglês é a língua estrangeira mais ensinada em quase todos os 32 países abrangidos pelo inquérito (os 27 estados, a que se juntam a Croácia, a Islândia, o Liechtenstein, a Noruega e a Turquia) – uma tendência que tem aumentado significativamente desde 2004/2005. Segue-se o Francês e o Alemão.

Portugal faz parte de uma lista de países em que em casa se fala um único idioma, apenas 2% dos alunos de 15 anos respondem que se expressam noutra língua fora da escola. Uma percentagem que não fica longe da média europeia: 2,7%. No entanto, há 6,9% de alunos que frequentam escolas onde existe entre 20 e 50% de alunos que falam outra língua em casa. O Luxembrugo e a Bélgica são dois desses países onde há maior diversidade linguística. No caso do Luxemburgo, 14,7% dos alunos de 15 anos inquiridos afirmam que falam Português em casa, enquanto na escola aprendem Francês ou Alemão.

Fonte:

http://www.publico.pt/educacao/noticia/criancas-portuguesas-sao-das-que-aprendem-mais-cedo-uma-lingua-estrangeira-1563862

Video:

L’apprendimento precoce delle lingue straniere

bambiniFar imparare precocemente ai bambini una o più lingue straniere: da dove si parte e quali sono i motivi?
Partiamo da me: amo le lingue straniere come strumento per comunicare e abbattere barriere mentali e ho sempre creduto nell’efficacia dell’apprendimento precoce.
Quando sono diventata mamma, tre anni fa, avevo chiara la volontà di dare a mio figlio l’opportunità di sfruttare le capacità di apprendimento delle lingue straniere che i bambini hanno in tenera età, ma non sapevo come fare. Sono andata alla ricerca, sia sul web che sul territorio in cui vivo (Torino), di una metodologia coerente che andasse oltre al metodo fai-da-te e devo dire che tanto entusiasmanti sono state le informazioni ottenute tramite Internet, quanto deludenti quelle reperite nel circondario.
Infatti, mentre a Torino esiste ben poco per instradare i bimbi piccoli alle lingue straniere, a Roma presso la facoltà di psicologia dell’Università Sapienza hanno elaborato, da alcuni anni, una metodologia di insegnamento delle lingue basata sugli studi riguardanti lo sviluppo psicologico del bambino. Tale metodo, fondato sul natural approach, punta molto sulla relazione e sulla comunicazione tra insegnante e bambini cercando di riprodurre le condizioni che si presentano quando si inizia ad imparare la lingua madre.

Come funziona questo metodo che hai avuto modo di imparare e sperimentare?
Dal punto di vista pratico ai bambini vengono proposte le storie di due personaggi, i dinocroc Hocus e Lotus che qualcuno avrà visto qualche anno fa su Rai 3, perché sono stati realizzati in collaborazione con Rai Fiction; il racconto in lingua straniera viene drammatizzato per favorirne la comprensione, le stesse storie vengono poi cantate in modo che le canzoni agevolino l’apprendimento (i bambini molto piccoli, infatti, non sono in grado di studiare, ma ricordano con facilità i ritornelli), in fine si passa alla visione del cartone animato che avrà sempre gli stessi contenuti. La partecipazione dei bambini è attiva poiché durante l’acting out vengono incoraggiati a ripetere le frasi e la mimica, così come durante il canto.
Le storie sono strutturate per un progressivo arricchimento di vocabolario e sintassi e il medesimo episodio viene ripetuto un numero volte strettamente connesso all’età dei bambini, parametro che determina la capacità di memorizzare.
Questa, in estrema sintesi, è la metodologia dalla quale sono rimasta affascinata e che ho deciso di approfondire direttamente iscrivendomi a Roma al percorso formativo per diventare esperto in glottodidattica infantile.

Quindi è prevista una formazione molto seria per applicare questo metodo?
La formazione prevede la partecipazione ad un corso composto da lezioni di tipo “frontale”, l’espletamento di un tirocinio con i bambini e l’elaborazione di una tesina e di un video finale per ottenere la certificazione ed il riconoscimento da parte del Ministero dell’Istruzione.

Come stata l’esperienza del corso e dove ti sta portando questo percorso?
Ho iniziato questa bella avventura carica di aspettative che, dopo il corso di Roma, sono state pienamente soddisfatte ed anche superate. Infatti, questo percorso non dà semplicemente gli strumenti per insegnare una seconda lingua, ma induce ad approfondire alcune tematiche su cui esso si basa e che riguardano la comunicazione con i bambini, le influenze psicologiche che i genitori hanno sui figli, aspetti di neuro pedagogia. Tutto ciò ha avuto un impatto emozionale molto forte ed è stato educativo innanzitutto per me come persona e come madre.

Quindi questo percorso è partito dall’apprendimento delle lingue straniere per bambini, ma ti sta portando anche verso orizzonti lavorativi diversi?
In futuro, una volta ottenuta la certificazione, oltre a proseguire con i due livelli successivi di specializzazione in glottodidattica, mi piacerebbe farne un’attività lavorativa. Poiché attualmente nel quotidiano mi occupo di formazione aziendale mi piace l’idea di imparare qualcosa che, oltre alle ricadute su mio figlio, mi dia l’opportunità di ampliare il target cui rivolgo la formazione.

In concreto, quanto precoce può essere l’apprendimento di una lingua straniera e perché l’apprendimento precoce delle lingue è meglio di un apprendimento tradizionale scolastico?
Vorrei sfatare un pregiudizio che purtroppo ho trovato ancora piuttosto ricorrente tra le persone con cui vengo in contatto. Infatti, nonostante sia certo che l’apprendimento precoce delle lingue sia l’ideale, molti continuano a credere che non ci sia differenza tra chi impara a 3 anni e chi invece impara a 12, inoltre viene spesso trascurata la qualità metodologica dell’insegnamento.
Le motivazioni fondamentali sottostanti ad un apprendimento precoce, a parer mio, non sono di carattere ideologico o dettate dalla moda del momento, ma hanno basi scientifiche riconducibili alle neuroscienze.

Secondo studi focalizzati sullo sviluppo delle facoltà celebrali umane a partire dall’età fetale è emerso che le lingue cui un soggetto è stato esposto (in modo costante e continuo ovviamente) entro i primi tre anni di vita vengono ritenute dal cervello come materne, buone potenzialità per l’apprendimento del lingue si hanno ancora fino agli 8 anni e poi via via queste capacità si perdono con la progressiva lateralizzazione dell’area celebrale responsabile dell’apprendimento del linguaggio.
Imparare le lingue successivamente è ancora possibile, ma mette in gioco sistemi di memorizzazione diversi – memoria esplicita – che, oltre a richiedere un maggior sforzo di concentrazione, ne modificano le modalità di acquisizione precludendo alcuni “automatismi” propri invece dell’apprendimento nei primi anni di vita e imputabili alla memoria implicita.
Questa è una sintesi estrema ed imprecisa di studi di neurologia e neurolinguistica e sui quali il neurolinguista Franco Fabbro si basa per esporre nel suo testo “Neuropedagogia delle lingue” i motivi per i quali è consigliabile apprendere le lingue precocemente e le modalità più adatte per acquisirle in modo naturale che, purtroppo, rimangono ben lontane da quelle tutt’ora utilizzate nel circuito scolastico ordinario.

Fonte:

http://genitoricrescono.com/intervista-a-stranamamma-lapprendimento-precoce-delle-lingue-straniere/

Video:

Apprendre une langue étrangère aux enfants

enfantsDes parents conscients de leurs lacunes en langues étrangères

Les actifs français ont de plus en plus besoin de recourir aux langues étrangères dans le cadre de leur travail. Conf call avec un client américain, négociation avec un fournisseur anglais, ou alors un client étranger qui veut ouvrir un compte bancaire, tous les secteurs incluent aujourd’hui une certaine internationalisation de leur activité. Afin de rester performant et être à l’aise dans son job, la maîtrise d’au moins une seconde langue est désormais nécessaire. Bien que plus de 80% des français aient appris une langue étrangère à l’école et durant leurs études, pour plus de la moitié d’entre eux leur niveau est faible, débutant, voire intermédiaire. Les parents d’aujourd’hui sont les élèves des années 80. Or, à cette époque, la plupart des entreprises, notamment les grands groupes étaient encore majoritairement franco-français. D’où une moindre importance de la maîtrise de l’anglais. Ils vivent depuis sur leurs acquis, mais le monde a changé. Le constat est là : 55% d’entre eux sont maintenant conscients de leur faiblesse en langues étrangères et se rendent compte qu’ils ont été pénalisés durant leur carrière… Schéma que ces derniers ne veulent absolument pas reproduire avec leurs enfants.

Des parents persuadés que leurs enfants maîtriseront mieux les langues étrangères

Si l’école reste, et de très loin, le lieu privilégié de l’apprentissage des langues étrangères, 58% des parents interrogés sont prêts à investir financièrement pour l’apprentissage des langues étrangères de leurs enfants ! Le changement des mœurs en France est visible : apprendre l’anglais (pour la majorité) est devenu une priorité pour les parents. S’ils ne veulent plus se contenter uniquement de l’école comme lieu d’apprentissage, aucune solution alternative ne semble véritablement se démarquer. Pour autant, 52% souhaitent dépenser entre 200 et 500€ par an et par enfant dans l’apprentissage d’une langue étrangère.

Oui, mais comment investir intelligemment ?

Quelle méthode semble la plus appropriée et la plus efficace ? A ce niveau, l’ensemble des parents semble indécis : 35% privilégieraient une école privée bilingue, 33% des cours particuliers, 34% des cours collectifs dans des centres d’accueil, 25% des outils de e-learning, 31% des livres dans la langue souhaitée et 23% un abonnement à des chaînes en VO. Les solutions sont nombreuses, mais pas encore assez connues pour que les parents soient en mesure de faire un choix clair. D’où le constat suivant : plus de 70% des enfants n’apprennent l’anglais qu’à l’école, tout comme leurs parents !

L’apprentissage d’une langue doit être répétitif et 2h par semaine ne permettent pas de créer un réel mécanisme. Les parents sont prêts à investir mais la somme annuelle n’est pas forcément suffisante pour couvrir les frais d’une école privée bilingue par exemple. Cependant, de nombreuses alternatives existent comme la garde d’enfants par des natifs ou bilingues, des ateliers pédagogiques le mercredi après-midi (notamment depuis la réforme des rythmes scolaires), regarder des dessins-animés ou films en VO… Ces solutions sur le long terme sont tout aussi efficaces.

La perception des français en ce qui concerne l’apprentissage des langues a donc évolué ces dernières années. Ne pas laisser tomber et entretenir ce regain d’intérêt est essentiel pour le futur professionnel de la France !

Source:

http://www.huffingtonpost.fr/antoine-gentil/apprendre-langue-etrangere-enfant_b_4998559.html

Vidéo:

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Wie Kinder Fremsprachen lernen

kinder2Fremdsprachen im Kindergarten lernen

Kinder schon nach kurzer Zeit verstehen“, sagt Prof. Norbert Huppertz, der im Rahmen des Programms „Bilinguale Bildung – Französisch im Kindergarten“ 40 deutsche Kitas entlang des Oberrheins bei der Einführung des Fremdsprachenangebots wissenschaftlich begleitet hat. Das kann auch Marie-Josèphe Robert vom Deutsch-französischen Kindergarten Bierlehof in Neuenburg bestätigen: „Die meisten Kinder können den Tagesablauf im Kindergarten schon nach wenigen Wochen in der neuen Sprache bewältigen“, sagt die Erzieherin, die mit den Kindern in ihrer Gruppe ausschließlich Französisch spricht. Das Gleiche machen ihre zwei französischen Kolleginnen in den beiden anderen  Kita-Gruppen. Auch sie sprechen mit den Kindern nur in ihrer Muttersprache, die deutsche Kollegin unterhält sich mit ihnen dagegen grundsätzlich auf Deutsch. „Eine Person – eine Sprache“ lautet das  Prinzip, bei dem schon Dreijährige täglich in die neue Sprache eintauchen. Besonders gut funktioniert dieses „Immersion“ genannte Sprachbad, weil der Erwerb der Fremdsprache spielerisch und systematisch erfolgt. So lernen die Kleinen Redewendungen wie „Guten Morgen“, „Zieh dir die Jacke an“, „Putzt euch die Zähne“ oder „Ruhe bitte!“ allein dadurch, dass sie jeden Tag in den entsprechenden Situationen wie selbstverständlich wiederholt  – und nach kurzer Zeit verstanden werden. „Länger dauert es, bis die Kinder anfangen, selbst  Französisch zu sprechen“, sagt Elisabeth Marcisieux, die den bilingualen Kindergarten Bierlehof leitet.  Frühestens mit vier, fünf Jahren beginnen sie, sich in der Zweitsprache zu verständigen – wobei sich das Gesagte meist auf kurze Äußerungen beschränkt.

Es gibt immer mehr zweisprachige Kindergärten

Dass der frühe Erwerb einer Fremdsprache ungeahnte Chancen birgt, haben  Pädagogen, Bildungspolitiker und Wirtschaftsexperten schon vor Längerem erkannt. Um dem Ziel des dreisprachigen Schulabgängers näher zu kommen, lernen  die Kinder in den Grundschulen aller 16 Bundesländer seit 2003 Englisch oder Französisch – meistens ab der 3. Klasse, in Rheinland-Pfalz und Baden-Württemberg bereits ab Klasse 1. Weniger verbreitet ist das Fremdsprachenlernen im Kindergarten. Aber die Kitas holen auf: So besuchen im Saarland mittlerweile 25 Prozent aller Kinder einen zweisprachigen Kindergarten, und in Hamburg haben Eltern die Möglichkeit, ihr Kind in einer der zwölf bilingualen Kitas anzumelden. Zwar wird nicht in allen Kindergärten mit Fremdsprachenangebot lupenrein und ganztägig zweisprachig gearbeitet, dafür gibt es dann aber zeitlich begrenzte Angebote, um die Kinder schon früh und möglichst sanft mit einer anderen Sprache und Kultur in Kontakt zu bringen. „Entscheidend ist, dass wir das Potenzial der Kinder nutzen, die im Vorschulalter über eine sehr hohe natürliche Motivation zum Erlernen einer Fremdsprache verfügen“, sagt Prof. Norbert Huppertz. Die einmalige Phase, in der sich Kinder bis zum sechsten Lebensjahr ungehemmt, spielerisch und allein durch Imitieren eine Fremdsprache mühelos aneignen könnten, dürfe man nicht ungenutzt verstreichen lassen, beteuert der Erziehungswissenschaftler – und verweist darauf, dass Millionen Kinder weltweit ganz selbstverständlich zweisprachig aufwachsen.

Prinzip “eine Person – eine Sprache” wichtig

Bedenken von Eltern, ihre Kinder könnten mit dem Erlernen einer weiteren Sprache überfordert sein, zerstreuen Fachleute wie der Kieler Sprachwissenschaftler Henning Wode mit dem Hinweis darauf, dass sich das Aneignen einer Fremdsprache sogar positiv auf den Erwerb der Muttersprache auswirke. Werde das Prinzip „eine Person – eine Sprache“ eingehalten bzw. die Zweitsprache nur zu festgelegten Zeiten oder in einem eigens dafür reservierten Raum gesprochen, komme es keineswegs zu dem von vielen Eltern befürchteten Sprachchaos. Das ist auch die Erfahrung von Caroline Santener, die den Kindern im Bierlehof seit sechs Jahren die französische Sprache nahebringt: „Natürlich kommt es vor, dass ein Kind auf die Frage, ob es schon gegessen habe, antwortet: ,Ich habe schon mangé.‘“ Das aber sei am Anfang ganz normal und zeige, dass sich das Kind aktiv mit der neuen Sprache auseinandersetze.

Kinder lernen Fremdsprachen spielerisch

Im Kindergartenalltag geschieht dies ausschließlich auf spielerische Weise. Im Vordergrund steht dabei die Lebenswelt der Kinder: Geburtstage, Jahreszeiten, Feste, Spiele, Mahlzeiten, Familie, Freunde – all das sind Gelegenheiten, in die Sprache des nur wenige Kilometer entfernten Nachbarlandes einzutauchen. Gelernt wird mit allen Sinnen, durch Hören, Riechen, Schmecken, Fühlen, Sehen, Singen, Sprechen, Klatschen und Lachen – Hauptsache, die Kinder haben Spaß und kommen zwanglos und ohne jeden Leistungsdruck mit der neuen Sprache in Berührung. Dem Ziel, das Gehörte verstehen und sich mündlich schon ein bisschen verständigen zu können, dienen auch die regelmäßigen Besuche von Kindergärten in den französischen Partnergemeinden. Nils (6) kennt das Lied, das die Kinder dann gemeinsam singen, schon auswendig: „Merci pour la pomme, merci! Merci pour le pain, bon appetit!“

Tipps für den Alltag

Am leichtesten lernen Kinder Fremdsprachen, wenn sie einen direkten
Bezug zu dem haben, was sie in ihrem Alltag erleben. Hier ein paar Anregungen:

  • Fahren Sie in den Ferien in ein Land, mit dessen Sprache Ihr Kind schon einmal Bekanntschaft gemacht hat – echter und effektiver kann kein Unterricht sein. Beim Bäcker „trois Croissants“ zu bestellen oder sich den Weg zum „beach“ zeigen zu lassen, macht den Kleinen einfach Spaß.
  • Lassen Sie Musik-Kassetten, Audio-CDs und Hörbücher in englischer oder französischer Sprache beim Spielen nebenbei laufen. Einfache Lieder mitsingen, auf Englisch Einkaufen spielen und sich anhand von Abzählreimen mit  viel Bewegung an die Rhythmik der Sprache gewöhnen, fällt kleinen Kindern besonders leicht.
  • Machen Sie mit Ihrem Kind einen Wohnungsrundgang  und benennen Sie mit ihm gemeinsam Dinge des Alltags in der Fremdsprache. Bezeichnet Ihr Kind sein Zimmer stolz als „My room“, so setzt es sich in einen persönlichen Bezug zur Zweitsprache – und eignet sie sich umso leichter an.
  • Sehr intensiv und systematisch kommt Ihr Kind mit einer Fremdsprache in Kontakt, wenn Sie ein Au pair beschäftigen, dessen Muttersprache Ihr Kind lernen soll. Auch regelmäßige Kontakte zu fremdsprachigen Familien in der Nachbarschaft sind von Vorteil.
  • Volkshochschulen und private Sprachschulen bieten Kurse an, in denen schon  Vorschulkinder spielerisch Englisch oder Französisch lernen können.

Quelle:

http://www.familie.de/kind/fremdsprachen-im-kindergarten-lernen-511941.html

Video:

How Children Learn English

Imagen 1The advantages of beginning early

  • Young children are still using their individual, innate language-learning strategies to acquire their home language and soon find they can also use these strategies to pick up English.
  • Young children have time to learn through play-like activities. They pick up language by taking part in an activity shared with an adult. They firstly make sense of the activity and then get meaning from the adult’s shared language.
  • Young children have more time to fit English into the daily programme. School programmes tend to be informal and children’s minds are not yet cluttered with facts to be stored and tested. They may have little or no homework and are less stressed by having to achieve set standards.
  • Children who have the opportunity to pick up a second language while they are still young appear to use the same innate language-learning strategies throughout life when learning other languages. Picking up third, fourth, or even more languages is easier than picking up a second.
  • Young children who acquire language rather than consciously learn it, as older children and adults have to, are more likely to have better pronunciation and feel for the language and culture. When monolingual children reach puberty and become more self-conscious, their ability to pick up language diminishes and they feel they have to consciously study English through grammar-based programmes. The age at which this change occurs depends greatly on the individual child’s developmental levels as well as the expectations of their society.

Stages in picking up English

Spoken language comes naturally before reading and writing.

Silent period
When babies learn their home language, there is a ‘silent period’, when they look and listen and communicate through facial expression or gestures before they begin to speak. When young children learn English, there may be a similar ‘silent period’ when communication and understanding may take place before they actually speak any English words.

During this time parents should not force children to take part in spoken dialogue by making them repeat words. Spoken dialogues should be one-sided, the adult’s talk providing useful opportunities for the child to pick up language. Where the adult uses parentese (an adjusted form of speech) to facilitate learning, the child may use many of the same strategies they used in learning their home language.

Beginning to talk
After some time, depending on the frequency of English sessions, each child (girls often more quickly than boys) begins to say single words (‘cat’, ‘house’) or ready-made short phrases (‘What’s that?’, ‘It’s my book’, ‘I can’t’, ‘That’s a car’, ‘Time to go home’) in dialogues or as unexpected statements. The child has memorised them, imitating the pronunciation exactly without realising that some may consist of more than one word. This stage continues for some time as they child picks up more language using it as a short cut to dialogue before they are ready to create their own phrases.

Building up English language
Gradually children build up phrases consisting of a single memorised word to which they add words from their vocabulary (‘a dog’, ‘a brown dog’, ‘a brown and black dog’) or a single memorised language to which they add their own input (‘That’s my chair’, ‘Time to play’). Depending on the frequency of exposure to English and the quality of experience, children gradually begin to create whole sentences.

Understanding

Understanding is always greater than speaking and young children’s ability to comprehend should not be underestimated, as they are used to understanding their home language from a variety of context clues. Though they may not understand everything they hear in their home language, children grasp the gist – that is they understand a few important words and decipher the rest using different clues to interpret the meaning. With encouragement they soon transfer their ‘gist’ understanding skills to interpret meaning in English.

Frustration

After the initial novelty of English sessions, some young children become frustrated by their inability to express their thoughts in English. Others want to speak quickly in English as they can in their home language. Frustration can often be overcome by providing children with ‘performance’ pieces like ‘I can count to 12 in English’ or very simple rhymes, which consist of ready-made phrases.

Mistakes

Children should not be told they have made a mistake because any correction immediately demotivates. Mistakes may be part of the process of working out grammar rules of English or they may be a fault in pronunciation. ‘I goed’ soon becomes ‘went’ if the child hears the adult repeat back ‘yes, you went’; or if the adult hears ‘zee bus’ and repeats ‘the bus’. As in learning their home language, if children have an opportunity to hear the adult repeat the same piece of language correctly, they will self-correct in their own time.

Gender differences

Boys’ brains develop differently from girls’ and this affects how boys pick up language and use it. Sometimes mixed classes make little provision for boys, who may be overshadowed by girls’ natural ability to use language. If young boys are to reach their potential, they need some different language experiences with girls and their achievements should not be compared with those of girls.

Language-learning environments

Young children find it more difficult to pick up English if they are not provided with the right type of experiences, accompanied by adult support using ‘parentese’ techniques.

  • Young children need to feel secure and know that there is some obvious reason for using English.
  • Activities need to be linked to some interesting everyday activities about which they already know, eg sharing an English picture book, saying a rhyme in English, having an ‘English’ snack.
  • Activities are accompanied by adult language giving a running commentary about what is going on and dialogues using adjusted parentese language.
  • English sessions are fun and interesting, concentrating on concepts children have already understood in their home language. In this way children are not learning two things, a new concept as well as new language, but merely learning the English to talk about something they already know.
  • Activities are backed up by specific objects, where possible, as this helps understanding and increases general interest.

Reading

Children who can already read in their home language generally want to find out how to read in English. They already know how to decode words in their home language to get meaning from text and, if not helped to decode in English, may transfer their home language-decoding techniques and end up reading English with the home language accent.

Before they can decode English, young children need to know the 26 alphabet letter names and sounds. As English has 26 letters but on average 44 sounds (in standard English), introducing the remaining sounds is better left until children have more experience in using language and reading,

Beginning reading in English goes easily if young children already know the language they are trying to read. Many children work out by themselves how to read in English if they have shared picture books with adults or learned rhymes, as they are likely to have memorised the language. Reading what they know by heart is an important step in learning to read as it gives children opportunities to work out how to decode simple words by themselves. Once children have built up a bank of words they can read, they feel confident and are then ready for a more structured approach.

Parental support

Children need to feel that they are making progress. They need continual encouragement as well as praise for good performance, as any success motivates. Parents are in an ideal position to motivate and so help their children learn, even if they have only basic English themselves and are learning alongside their young children.

By sharing, parents can not only bring their child’s language and activities into family life, but can also influence their young children’s attitudes to language learning and other cultures. It is now generally accepted that most lifelong attitudes are formed by the age of eight or nine.

Source:

http://learnenglishkids.britishcouncil.org/en/parents/articles/how-young-children-learn-english-another-language

Video:

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Los idiomas, cuanto antes mejor!

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Según explica la profesora de la Facultad de Formación del Profesorado de la UEx, existe controversia en torno a la edad de inicio del aprendizaje de un idioma extranjero. “Algunos expertos son partidarios de empezar lo antes posible, desde que los niños nacen, habría que exponerlos a un idioma extranjero; pero otros apuestan por empezar una lengua nueva a una edad más tardía, alegando que ese aprendizaje se producirá con más rapidez y con más recursos” comenta la autora. Esta discrepancia fue el motivo que llevó a la investigadora a comenzar el estudio.

Según Pilar Reyes, la edad más indicada para comenzar con un idioma sería a partir del primer año de vida del menor. En este momento sería aconsejable empezar a exponer a los niños al idioma extranjero a través de canciones y de diferentes elementos comunicativos, porque según Reyes “lo que se desarrolla en esta etapa es la habilidad de comprensión auditiva y de comunicación futura.”. De esta forma se consigue un adecuado entrenamiento auditivo, necesario para una posterior comunicación fluida.

Otro de los factores determinantes en la enseñanza de una lengua diferente a la materna es el método utilizado para ello. Este estudio revela que la manera de enseñar el idioma es crucial a la hora del aprendizaje; por lo que siempre debe realizarse a través de una técnica adaptada a las edades y a las preferencias de los niños, como es en este caso, el método de bloques; consistente en agrupar el contenido en bloques de seis sesiones.

El último factor clave para estimular el aprendizaje, según la autora, serían los recursos. “Éstos deben ofrecer un modelo de lenguaje natural y por este motivo nosotros utilizamos en nuestro taller los cuentos electrónicos; que además de dar una mayor accesibilidad para los grupos, ofrecen otras herramientas como el audio, o las imágenes, que motivan mucho más a los niños”, aclara Reyes.

La investigación demostró además que existen diferencias entre los niños y las niñas a la hora de aprender un idioma. Estas últimas obtuvieron mejores resultados que los niños en las variables que se midieron: participación, repetición, atención y producción.

La investigadora apunta que “las conclusiones obtenidas con este estudio son muy aplicables a las escuelas para mejorar, desde el comienzo, la calidad de la enseñanza de un idioma extranjero” y defiende que “ante todo, debe existir una libertad de aprendizaje en los niños, que ellos aprendan porque les gusta, no porque se les impone; por este motivo hay que desarrollar el método adecuado”.

Fuente:

http://www.agenciasinc.es/Noticias/Aprender-un-idioma-extranjero-cuanto-antes-mejor